As coisas repetidas estão me desafiando.
Não posso ser uma carne andante com pensamento pré-estabelecido e tão pouco estou feliz pelo livre arbítrio que recebi! O mesmo tem os animais que nunca erram...
Talvez eu não seja eu!
Gostaria de abandonar essa capa inanimada e mergulhar na essência da verdade, onde eu não precisaria criar cenários, viver em probabilidades que esbanjam inconstância.
Queria queimar meu orgulho na fogueira e soprar as cinzas com a maior humildade.
Queria não querer saber...
Queria esquecer o "como" e desfrutar do "porque" das coisas.
Ignorar os elementos, o micro e o macro, aproveitando os recursos, sentindo amor pelo camaleão quando estiver caçando as constelações.
Peço desculpa pelas queixas, Caio!
Não sei se pude transmitir minha intenção, mas é porque pareço incoerente quanto tento usar tuas palavras sem usar as tuas mãos.
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Muito bom!
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