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sexta-feira, 9 de abril de 2010

Quando sinto o lado de dentro sorrir

Ruas amargas de carros dóceis!
Bom dia. Como vai?
Os meus pés vão se expondo sobre os saltos que compõem passos como canções.
O céu se esconde atrás das nuvens acinzentando a tarde viva.
E os livros se abrem, se folheiam e se fecham...
Posso pedir ao urso seu calor?
Sim. Queria ser invisível e deixar meus cabelos livres.
Queria fazer amor sem gravidade. Flutuar dentro.
Caso você não queira, as mesmas botas vestem pés negros e brancos?
Sim. Mas seria espaço em vão, caso os brancos fossem maiores.
Desenhei o caminho de quatro cavalos e acordei dominando o mundo.

Santa ignorância! Pobre inteligência!

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