Pesquisar este blog

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Trecho de “Palavras de um guardanapo”

O máximo se torna mínimo na medida em que o todo se torna um.
Exemplifico a lei de união dos pólos ou dualidade explicada.
Antes, ausência de luz nomeava as trevas. Mas agora, trevas é a presença que justifica a existência da luz. Quando a explosão concretizou-se e as grandes massas unificaram-se pelo presente da gravidade. Formou-se consigo aquilo que nada era. Foi o momento da matéria significante.
Nossa casa circular disforme enjaulada neste planejamento inato circunscreve-se em casa mãe. Na qual possui razão por ingenuidade ou ambição pela cegueira que afasta a mensagem externa de paz.
“Não temos proveito em tecnologia." O homem envolvido com a matéria distancia-se de si mesmo e a informação proveniente da mesma lhe faz refém do seu vazio.
Bilhões delas me tocam por segundo presenteando-me com a razão existencial do cosmos.
Ironicamente não me move como faz com galáxias maiores que minha própria casa. Nossos vizinhos vivem a magnitude desta dimensão e não se surpreendem com essa qualidade. Enquanto isso, os nossos melhores se glorificam como toda e nenhuma razão.

Nenhum comentário:

Postar um comentário