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sexta-feira, 9 de abril de 2010

Velho, novo e pesado de pó

É mentira!
Juro que o sentido fez as malas seguiu sentido à incoerência
Despertadores antigos molhados de sono
Pessoas vestidas de neve, chapéus cheio de sonhos

Ar que se colore ao passar pelo ar, que se colore ao passar.

É mentira!
É mentira!

Chão que se desfaz em céu
Céu vestido de chão, descrito em quatro livros
Vaidade das mãos, descritas em quatro livros
Estrelas do céu, em quatro livros

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