Castanholas batem no contratempo do dia e enquanto as luzes vão narrando meu passado, outras brincam para proteger-me da ignorância na qual nasço pela terra que maltrato.
Escrevo aliviando os meus anseios, converto-me em letras, espaços, nitidez...
Espero que o destino beba todas as palavras desse texto ácido.
Espero que o destino absorva-o conscientemente:
Cabelos cobertos por lenços, palavras trancadas.
Olhos que transmitiam tudo, por isso, a omissão das palavras.
Idéias jovens, liberdade de tudo.
Muitas vezes além da própria liberdade.
Beleza que confunde o mundo e faz o bem abraçar a maldade.
Modelo de parte das pinturas da época,
Artistas se perdiam em vaidade.
Pernas de passos longos, decoradores
Que se despediam desenhados no solo das cidades.
domingo, 26 de dezembro de 2010
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