Sigo sempre, conheço e faço uso
Alimento o destino com a incerteza do futuro que invento
Assim, torno-me uma flor que do asfalto não brota
Em probabilidade não sou nada, porém tudo estimo ser
Sigo sempre, crio pausa, recomeço
Experimento o sorriso da ingenuidade que me acompanha
Rejeito o fruto proibido e bebo o chá da mesma arvore
Em probabilidade não sou nada, porém tudo estimo ser
Entro no embrulho que a gravidade entrega ao solo
Cedo-me anestesiado e sensível
E vivo para assistir a exclusiva rotação da terra
Pobre bailarina escolhida do sistema!
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